As viagens de Sportster

As minhas viagens de moto sempre tiveram relação com o livro de Robert Pirsig, "Zen e a arte de manutenção de motocicletas".

Quem não leu, leia, ainda mais se anda de moto. Não, ele não tinha uma HD, tinha uma Honda bicilíndrica de 305 cc. Há diversas fotos da viagem aqui e links aí ao lado. Coisa de maluco.

As viagens acontecem tanto no mundo material quanto na mente de quem viaja. E com muita intensidade na mente de quem viaja de moto. Só quem já viajou de moto sabe. De HD, então, nem se fala.

Bom, o resto está aí embaixo.

sábado, 30 de junho de 2007

Sampa, junho de 2007

Fui convocado, não tem jeito. Mas foi bom, estava precisando de estrada, mesmo que seja a Bandeirantes, que é muito chata!

Aproveitei pra testar o consumo da moto. Andando a 110 km/h, ocasionalmente a 120 km/h, na Washington Luiz, fez 23 km/l na V-Power. Continuando com a mesma gasosa, andando a 120 km/h, eventualmente a 130 km/h na Bandeirantes, fez 22 km/l. Muito bom.

Coloquei novos cabos de vela, achei que ficaram bonitos. Dizem que melhora a performance. Ainda preciso testar o consumo, só enchi uma vez, fez 23,5 km/l na Supra, andando a 110 km/h. Muito bom, se continuar assim, paga rapidinho o investimento.








Sampa continua interessante. Claro, tinha que ter alguma coisa interessante em uma cidade de 12 milhões de almas, né?

A Praça da Sé, lugar surrealista, palmeiras imperiais, catedral estilo gótico, pedintes, mendigos, punguistas, pregadores, policiais, desocupados, passantes.









Rua XV de Novembro, elegante há 5 décadas, rua dos bancos, hoje espaço conquistado pelos camelôs. Há, claro, o pessoal engravatados, oriundo dos bancos que ainda restam lá, de alguns escritórios de advocacia, da Bolsa de Mercadorias e da Bovespa.

Algumas secretarias do Estado também estão lá. Não sei quanto tempo demora pra isto melhorar ou pra acabar de vez.







O Páteo do Colégio, onde a cidade começou, ótimo lugar pra um cochilo ou pra curar a ressaca e esquecer a fome.






Vista da baixada do Glicério, com o famoso Edifício São Vito, inúmeras vezes abandonado, invadido, desocupado, ícone do caos urbano paulistano.









São Paulo tem dessas coisas. Às vezes dá saudade, mas não vontade de voltar a morar lá.

1 comentários:

residente disse...

Um abraço de Almada Portugal
Viajar é uma das maravilhas para quem pode e é capaz de fazer.

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