As viagens de Sportster

As minhas viagens de moto sempre tiveram relação com o livro de Robert Pirsig, "Zen e a arte de manutenção de motocicletas".

Quem não leu, leia, ainda mais se anda de moto. Não, ele não tinha uma HD, tinha uma Honda bicilíndrica de 305 cc. Há diversas fotos da viagem aqui e links aí ao lado. Coisa de maluco.

As viagens acontecem tanto no mundo material quanto na mente de quem viaja. E com muita intensidade na mente de quem viaja de moto. Só quem já viajou de moto sabe. De HD, então, nem se fala.

Bom, o resto está aí embaixo.

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Indianópolis, MG - two-up, hillclimbing e outros


Finalmente, após mais de um ano com a moto, a Patroa concordou em viajar comigo!

Aqui, estamos saindo em viagem, sábado, 21/07, 08:20 h. A Bandpães, aqui em Ribeirão, que tem excelente sanduíche de queijo minas quente, mas que tem um serviço terrível. Dá raiva. Mas...





Roteiro: Anhangüera, até MG (depois ela muda de nome pra BR-050), daí Uberaba, Uberlândia e, finalmente, Indianópolis.

Ao lado, posto em Uberlândia. O trecho entre Uberaba e Uberlândia alterna asfalto excelente, recém aplicado, com outros, quase impraticáveis e perigosos.

Claro, a Sportster mostrou o aço de que é feita: extremamente resistente, não afrouxou nem um parafuso. Em compensação, a primeira coisa que vou fazer com ela é colocar amortecedores PS. Nossas bundas estão reclamando...

Chegamos a Indianópolis por volta de 12:30 h. Ao lado, vista da imponente igreja matriz.

A cidade tem 5.000 habitantes e o local é belíssimo. Não conseguimos conhecer os arredores, já que fomos para o sítio de minha prima, onde ficamos no final de semana. A cidade é montanhosa, com uma represa, a de Miranda, banhando o município.





Aqui, a vista do sítio onde ficamos, lugar privilegiado, às margens da tal represa.

O tempo estava ótimo.

Comida, bebida, etc. Esqueci de levar o CD de rock, aí tive que aturar música sertaneja. Bom, dos males o menor, e serve também pra aprender. Na próxima, não esqueço do CD.








Aqui, a prima Josiane (e) com a Jackie (aka "Patroa"), eu com a Jackie e a prima com o marido.

Pra chegar até o sítio, foram 7 km de estrada de terra. A suspensão foi exigida ao máximo. Na volta, pedi que levassem a Jackie e a bagagem até a cidade, pra evitar acidentes. Motivo: o trecho da estrada até o sítio é uma pirambeira. Um verdadeiro hillclimbing. Mas, felizmente, tudo sem problemas.

Voltamos pra RP no domingo, após 14:00 h. Nem sei direito que horas chegamos, mas foi perto de 18:00 h. A viagem, novamente, foi tranqüila, exceto pelos buracos e pista ruim.

Não sei quando a Jackie vai querer ir de novo, mas, acho que, depois que as dores passarem, ela vai querer ir outra vez - espero.

A viagem em números
Distância percorrida: 798 km (pelo hodômetro da moto)
Litros de gasolina (aproximados, não marquei): 30,5 l
Média de consumo aproximada: 20,2 km/l
Carga na moto: aproximadamente 190 kg
O consumo foi excelente. Melhorou em cerca de 5% depois que coloquei os cabos de vela de alta performance. Ela chegou a fazer 21 km/l, mas, na volta, resolvi acelerar um pouco, pra chegar mais cedo (na ida fui a 110/120 km/h, na volta a 120/130 km/h, em alguns trechos a 140 km/h).

Geada em Ribeirão Preto...



Pra quem acredita que aqui só faz calor e somos Nº 668 (vizinhos do inferno, que fica no Nº 666), aqui vão as fotos da geada que fotografei na 4a feira, dia 17/07/07.

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