As viagens de Sportster

As minhas viagens de moto sempre tiveram relação com o livro de Robert Pirsig, "Zen e a arte de manutenção de motocicletas".

Quem não leu, leia, ainda mais se anda de moto. Não, ele não tinha uma HD, tinha uma Honda bicilíndrica de 305 cc. Há diversas fotos da viagem aqui e links aí ao lado. Coisa de maluco.

As viagens acontecem tanto no mundo material quanto na mente de quem viaja. E com muita intensidade na mente de quem viaja de moto. Só quem já viajou de moto sabe. De HD, então, nem se fala.

Bom, o resto está aí embaixo.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Mogi Mirim, Guaçu e Bebedouro

Final de semana agitado. Almoço com os Lhamas em Mogi Mirim (com passagem por Mogi Guaçu) e casamento em Bebedouro.

Antes de falar do final de semana, há duas semanas eu havia passado no Salão Duas Rodas. Um pouco fraco, mas com moças MUITO bonitas, em todos os stands, em particular no da Nau/EBC. A loira, à direita da foto, causou furor.

Voltando ao final de semana...


Fui pras Mogis (uma do lado da outra) via Anhangüera e SP-340, que a gente acessa via Casa Branca. No caminho, Tambaú, com alguns lugares interessantes, como o da foto ao lado.

A moto está gastando um pouco mais que o normal, deve ser filtro de ar imundo, fez 20 km/l na ida, onde não passei de 120 km/h. Deveria ter feito perto de 22 km/l.

Isto causou-me uma pane seca (aí, Galvão Bueno!) ido pra Bebedouro, explico mais abaixo.



Em Mogi Guaçu, fiquei esperando o pessoal que, claro, como boas lhamas, perdeu-se no caminho. Claro, uns culpando os outros, mas, na realidade, são um bando de perdidos, mesmo. O encontro deu-se num posto Esso no centro da cidade.

Conseguimos juntar 11 lhamas e duas companheiras. A gente tá crescendo - no bom sentido.

Falando nisto, a Grande Lhama Grisalha revelou-nos: sua companheira irá gerar uma nova lhaminha! E aí, Alex?




O restaurante escolhido pelo Sérgio Vaz é muito bonito, agradável e com excelente comida. Chama-se Cachoeira-alguma-coisa-que-não-lembro, devido a uma suposta cachoeira que deveria haver em frente, mas estava fechada pra manutenção. Pelo menos não cobraram couvert artístico.


O Sérgio acabou se entregando e atendendo a um telefone pink que, jura ele, não lhe pertence. Mas, estranho foi. Abaixo, foto dos Lhamas reunidos em torno do banquete.


Daqui, fui pra Bebedouro, pela Washington Luiz e depois a SP-325, na altura de Matão. Abasteci em Rio Claro e depois iria abastecer após Araraquara. Resultado: nenhum posto após Araraquara. Entrei na SP-325 e parei em um posto sem bandeira, que estava lacrado, por vender gasolina adulterada.

O peão que tomava conta do dito cujo disse-me que Bebedouro estava a 80 km dali, confirmado por uma placa logo em seguida. Passei por mais 5 postos, todos lacrados, nenhum posto de bandeira (Shell, BR, Esso, sei lá). Fiz as contas e achei que dava, até com um pouco de folga.

Aí, ferrou. A moto pediu reserva com 178 km, ou seja, média de 17, 8 km/l... péssima notícia! Fui indo devagar, a 80 km/h, cheguei a Bebedouro, entrei na avenida principal e aí acabou até o cheiro do combustível. Por sorte, estava a dois quarteirões de um posto. Arrumei uma garrafa pet, peguei dois litros e aí consegui seguir viagem.

Os amigos HOG do Tavares e do Alex, eu sei, ficariam horrorizados com a cena, dantesca para eles, engraçada pra mim... E aí, Tavares? E aí, Alex?

Fotos do casamento: nenhuma. Cheguei bem cansado ao hotel, banho, terno e depois festa. Voltei ontem, 80 km de Bebedouro pra cá, sol forte. 560 km no sábado, 80 km no domingo.

Valeu, estou com vontade de fazer tudo de novo final de semana que vem...

domingo, 14 de outubro de 2007

Joaquim Egídio, com Lhamas

Mais um Lhama Meeting!

Muito bom este, em Joaquim Egídio, minúsculo município ao lado de Campinas.

Saí de Ribeirão com o Eder, em breve Lhama oficial. Viagem fácil pela Anhangüera, depois a D. Pedro até o acesso pra Joaquim Egídio. Fomos pelo caminho mais curto, não sabíamos do outro, e pegamos estrada de terra, totalmente coberta de costelas-de-vaca, por uns 4 km. Depois, a estrada de asfalto, com curvinhas bem gostosas, até o restaurante, o Feijão com Tranqueira.

Novamente passei a polenta e salada, mas já estou me acostumando, problemas de vegetarianos...

Aqui vemos o Eder, vulgo Lhama Grisalha Fake, Jordão, Son of Jordão, Tavares, Sérgio e Boca. Beiçola não teve autorização superior para ir, os outros são uns bunda-moles mesmo.

À mesa, além de comida farta, muita besteira, como não poderia deixar de ser. Jordão sempre perdido, Tavares querendo um GPS de última geração, Sérgio assumindo a coxisse...

As motos, claro, um espetáculo à parte, mesmo as de coxas, como a do Sérgio. Agora, como moto preta é carne-de-vaca, né? E o pessoal da ZL ainda gosta de passar o pretinho na rodinha... E pintar tudo de preto-eletrostático!

Na volta, graças aos amuletos contra chuva que o Tavares e o Boca usaram (as capas de chuva), não encontramos um mísero pingo de precipitação. Alguns amigos de Ribeirão que voltaram de Poços de Caldas chegaram encharcados...

Dia 27/20, novo Lhama Meeting!

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